
Meu dengo, bichinho um codinome
Eu humano, feito alguém, feito homem
Grandíssimo amor que me consome
Tanto amor, essa é minha fome
De forma paliativa, agora eu estarei
Mas, não façamos intrigas
Pois acham que são o meu rei
Outrora assim constatei
Sim, me impedem de tudo
Meu bem querer, não me abalo
Deus não quer me ver mudo
Eu, portanto não me calo
Em todo esse intervalo
Amanhã por certo nos veremos
Este dia jamais eu condeno
Sábado um “frio escaldante”
Melhor o inferno de Dante?
Viver novamente a teu lado
Isso é mais importante.
(CÍCERO COSTA KINKAS)
