
Espere ou desespere
E sinta algo na pele
Algo que não te revele
Mas que a força de saber te desmantele
Força no ar
Vento a soprar
Toca a tez e ao aliviar
Promete também sua alma tocar
Que faço eu aqui ao total desertar?
A vida é minha, eu é quem devo chorar?
No tempo perdido sem recuperar
Alegria é finita e morta está?
Quando vem a alvorada
Esperança me é dada
De forma tão linda, não documentada
Ponho então no papel Alegria forjada
No tempo de agora, alegria é cilada?
Amar me convém
Quem é esse alguém
Que desesperado também
Não ama ninguém
Sem argumentação busca outrem.
(CÍCERO COSTA KINKAS)
