
Para falar de mim
Eu preciso estar
Bem dentro enfim
Longe deste lugar
Amor próprio
É boa morada
Sem o efeito do ópio
Nem a alma alienada
De tudo que gosto
Vivo quase nada
Mas tudo eu posso!
Nessa vida controlada?
Tenho de mim necessidade
Descubro, invento, faço
Desde a minha puberdade
Vou vivendo cada passo
Este homem se realiza
Quando a vida é de verdade
Mesmo de forma inconcisa
Vivendo de vez a liberdade
Deixem-me voar
Nas asas da minha quimera
Mas, não me façam lembrar
Daquilo que me desespera
E o que é proibido
Não seja para mim um açoite
Não quero viver escondido
E nem caminhar pela noite
Venha ver quem chegou!
Meu garoto, rapaz e homem
Estes que o tempo levou
Se refastelem, se fartem e não somem
A união sempre é forte
Cuidemos deles então
Para que não pensem na morte
Pois esse não é o seu quinhão
Olhem como ele gosta de sorrir
Esqueceu seus pesadelos?
Não venham os demais suprimir
Este é o nosso apelo
Canta, escreve, estravaza e vive
Faz com eles seu Carnaval
Mas, deixem ele, não o irrite
Ser feliz é o seu ideal.
(Cícero Costa Kinkas)

Esse é o reconhecimento de mim mesmo, das minhas reais necessidades, da evolução do meu tempo, e dos gritos de liberdade sufocados pela maldade de minha própria “família” que por vezes confessou me ajudar quando não verdade se fartavam em escárnios vendo minha dor e luta pela minha paz que eles tiravam e permitiam que outros também o fizessem. Sobreviver era sufocante. Agora, graças à Deus e pessoas que perceberam as maldades acho que posso respirar. Minha alucinação?? É suportar o dia a dia!! Meu delírio?? É a experiência com coisas reais!! Faço o que é certo, é o que em todas as vezes deu certo!!
Me acompanha e afaste de mim esse cálice, ó seres de luz!! Força, foco e fé!!
Ame, ame-se e amém!!
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