Procuro homens pelos lugares onde vou

Lugares onde nem mesmo sei que estou
Coisas do destino?
Sou eu um libertino?
Quais serão os nomes deles?
Ode será que eles moram?
Vou-lhes dar muito carinho
Ser a luz em seus caminhos
Que convergirão em mim
Pelas ruas da cidade
É amor? É liberdade?
Nem Cristo viu maldade
Eu os quero de verdade!
Façam de seus corpos a necessária proeza
Entreguem ao seu com certeza
Com masculinidade e delicadeza
Para o ato de deitarmos com beleza
Sendo assim com franqueza
Deleitarmos em nossa “macheza”
Sem a culpa do pecado
É puro, façamos com destreza
Ao se entregar ao seu no ato de pureza
Seguem assim nossos destinos
Que Deus escolheu desde meninos
Com o coração e coragem de felinos
E para sempre reafirmo
Esses são vossos destinos
Quais serão os nomes deles?
Onde será que eles moram?
Vou-lhes dar muito carinho
Ser a luz em seus caminhos
Que convergirão em mim
Eu os quero para mim…
(CÍCERO COSTA KINKAS)

Esta poesia tem referência no seu refrão uma alusão indireta a uma música de Fernando Mendes um cantor antigo que eu gosto muitíssimo e conheço desde muito cedo. Mas, na minha posição poética eu transformei o refrão para uma referência as minhas emoções intrínsecas sobre o ver, amar, desejar e exaltar a masculidade que anela os olhos e nos faz deslumbrar e encantar ao estarmos no cotidiano da cidade de São Paulo, onde a pluralidade masculina, para mim, é o grande destaque. E quem disse que não há beleza na selva de pedra?? Que cada olhar individualmente se encontre na beleza particular daquele que ama a cosmopolitalidade em seus gostos e apreciações que melhor lhe convém!! 💙💙💙