
A infame capitalista do atlântico sul
Diz se preocupar comigo, Paulo e com o Dudu
Pra lucrar horrores é até capaz de matar
Permitindo até mesmo um outro em sua casa traficar
Capitalista, capitalista
Não ama a família, só avalistas
Desviada, mal amada
Pelo vil metal apossada
Despreza a própria mãe e a maltrata
Pra ganhar mais grana e viver de mamata
Filha ingrata
Ama altos lucros
Mas tem a alma barata
Os guarda no banco, na bolsa e nos sulcos
Capitalista, capitalista
Não ama a família, só avalistas
Tomou posse do que não é seu
E os direitos da dona interrompeu
Ao lado do pai grita:
É meu, é só meu, é tudo meu!
Capitalista, capitalista
Não ama a família, só avalistas.
(CÍCERO KINKAS)
