
Maldita és tu catraia do bala faia
Que se juntou com a infame da praia,
A barriguda da jambalaia
E aos drogados e alcoolátras que rondam a minha atalaia
Aí de ti catraia do bala faia
Que se esconde na Bíblia e na saia
Mas, que mesmo velha como uma espantalha
Não segura a língua que é maior que um rabo de arraia
Tua maldita língua pesa mais que tua fé
E com Liezer, Bill, e Ivonete bebem café
Para rirem da minha cara
E destruir a minha vida na casa do Zezé
Ai de ti velha catraia
Que com a longa língua espalha
Desgraças e maldades
E depois vai para a igreja e jura de verdade
E pra Jesus pede piedade
Certamente vai pro inferno
De saia e Zezé de terno
Pra contar a Mefistófeles
Fofocas do mundo moderno.
(CÍCERO KINKAS)
